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Controle5 min de leitura

Prova de integridade: como saber se a conciliação realmente fechou

Entenda a equação que liga a diferença original ao resultado analisado e evita relatórios aparentemente corretos.

O problema dos relatórios que apenas parecem corretos

Uma tabela bonita pode esconder linhas descartadas, duplicidades ou pares criados de forma incorreta. Conferir somente o total de conciliados não demonstra que todas as entradas foram preservadas.

A prova de integridade existe para responder uma pergunta simples: a composição do relatório explica exatamente a diferença que existia antes do cruzamento?

A identidade que precisa fechar

A diferença global deve ser igual às pendências da Base A menos as pendências da Base B, somadas às diferenças dos pares conciliados com valor divergente.

Essa igualdade precisa usar a mesma normalização de sinais e centavos aplicada na leitura. Se houver resíduo fora da tolerância definida, o resultado é reprovado.

  • Totais originais preservados
  • Pendências dos dois lados contabilizadas
  • Diferenças dos pares incluídas
  • Tolerância monetária explícita

O que fazer quando a prova reprova

Não esconda o veredito e não force o relatório a fechar. Volte ao diagnóstico: verifique linhas descartadas, sinais, colunas de valor, duplicidades e regras de lote.

Uma reprovação legível é mais segura que um relatório silenciosamente ajustado. Ela indica exatamente onde a investigação deve continuar.

Por que a prova também melhora a auditoria

A equação cria uma ligação direta entre arquivo, configuração, execução e relatório. O auditor não precisa confiar apenas na descrição do processo; pode recalcular a composição.

Essa reprodutibilidade reduz discussões sobre versões de planilha e torna o fechamento defensável meses depois.

Transforme o processo em uma execução verificável

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